Os atletas garantem que os óculos são usados mais como acessório e não como amuleto!

Paris (França) – Pela primeira vez na decisão de simples de Grand Slam, a australiana Samantha Stosur tem respondido a muitas perguntas dos jornalistas desejosos de saber mais detalhes de seu jogo e da vida particular. A jogadora de Gold Coast contou, por exemplo, que quando pequena era grande fã do compatriota Patrick Rafter, ex-número 1 do mundo e campeão do US Open em 1997 e 1998.

“Eu me lembro de ficar até tarde da noite vendo Pat Rafter jogar aqui (em Roland Garros) e em Wimbledon. Mas quando comecei a jogar, adorava Steffi (Graf) e Monica (Seles). Elas eram meus ídolos, sempre as assistia. Minha família nos levou um ano (1993) à final do Aberto da Austrália e nós vimos as duas na final e aquele foi o melhor dia da minha vida naquela época.”

Stosur contou que o uso de óculos vem desde a juventude. “Comecei a usar quando tinha 13 ou 14 anos, na verdade, não sei porque. Apenas queria um par e implorei aos meus pais que me dessem alguns. Eu os uso desde os 14. Tornou-se um hábito e não consigo ir à quadra sem eles. Se está ensolarado lá fora, não consigo ver. Acho que meus olhos se tornaram um pouco sensíveis por usá-los todo o tempo em quadra. Fora dela, é só mais uma dessas coisas.” Para a australiana, os óculos não são um amuleto. “Não sei se me dão sorte. Provavelmente, é mais como parte do meu equipamento. Eu os levo para a quadra assim como levo minha raquete, é só mais uma dessas coisas.”

A influência sobre o jogo dos novos tipos de cordas foram novamente assunto. “Estou usando Babolat Black String. Nadal também e acho que o Tsonga esta usando. Tão logo golpeio, gosto. Com certeza, me ajuda a jogar com spin. Acho que todos que jogam com spin podem tirar muito destas cordas sintéticas. Usei cordas naturais por anos, mas mudei e penso que está ajudando.”

Sobre o impacto que as duplas têm sobre seu jogo de simples, Stosur aponta que o maior benefício é a experiência de disputar finais de Grand Slam nas grandes quadras centrais. “Um dos jogos mais tensos que disputei foi a final de duplas do US Open. Ganhamos e aquilo foi um enorme aprendizado para mim. Ter estado em situações assim é o que, provavelmente, está me auxiliando mais”, comenta a tenista que chegou a liderar o ranking de duplas em fevereiro de 2006 e atualmente aparece em 8º lugar. Ao lado da americana Lisa Raymond, Stosur foi campeã de duplas do US Open em 2005 e vice em 2008 e semifinalista em 2006 e 2009.

O forte físico da australiana, especialmente os braços, também atiçou a curiosidade da imprensa a respeito de sua rotina de treinos. “Faço muitos treinos físicos, especialmente na pré-temporada e quando fico um par de semanas fora durante o ano. Mas tenho disputado tantos jogos nos últimos meses que nem penso em ir para a academia. Talvez na próxima semana voltarei à academia. Mas. com certeza, vejo progressos no meu jogo quando estou fisicamente forte.”

Neste sábado, a torcida particular de Stosur deve ganhar o reforço dos pais e dos irmãos. Até então a número 7 do mundo vinha contando com a força de um pequeno grupo de torcedores vindos de casa. “Na verdade, são um grupo de amigos planejou esta viagem à Europa, por seis semanas, e o Aberto francês era parte disso, por isso, estão aqui o tempo todo”, contou na quarta-feira, após eliminar Justine Henin. “Agora, acho que o resto da família virá. Tenho quase certeza de que estão procurando passagem neste momento em que conversamos”, acrescentou.

fonte: uol

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